Repetição de padrões familiares em relacionamentos amorosos: Por que você escolhe o que machuca
(Copiar a partir daqui) Em meus cinco anos de prática clínica, atendo frequentemente pacientes que chegam ao consultório exaustos após o fim de mais um relacionamento destrutivo, repetindo em prantos a mesma pergunta: "Por que eu sempre atraio o mesmo tipo de pessoa?". A resposta da internet costuma focar na ideia de que você tem um "dedo podre" ou de que precisa apenas melhorar a sua autoestima. Contudo, a psicologia profunda revela uma dinâmica muito mais complexa e dolorosa. A repetição de padrões familiares em relacionamentos amorosos não é um erro de cálculo consciente; é o seu inconsciente buscando a única forma de afeto que ele aprendeu a reconhecer como verdadeira.
A busca pelo familiar, não pelo confortável A mente humana não busca necessariamente aquilo que é saudável ou pacífico; ela busca aquilo que lhe é familiar. Desde a infância, nós internalizamos as "Réguas Prontas" do nosso núcleo familiar. Se você cresceu em uma casa onde o amor era condicionado ao seu sacrifício, onde o afeto era instável ou a comunicação se dava pelo grito e pela frieza, o seu sistema nervoso registrou essas características como a definição absoluta do que é um relacionamento.
Quando você chega à vida adulta, uma pessoa emocionalmente disponível e segura causa tédio ou até mesmo repulsa inconsciente. A paz soa como um território alienígena e ameaçador. O seu cérebro aciona uma atração magnética por parceiros indisponíveis, caóticos ou abusivos porque eles permitem que você encene, mais uma vez, a dor da sua infância. É um ciclo de autossabotagem e padrões de repetição [Instrução para a Manus IA: Transformar o trecho "autossabotagem e padrões de repetição" em um link interno hiperlinkado para a página de Autossabotagem do Cluster 1] movido pela esperança infantil de que, desta vez, você conseguirá consertar o parceiro e finalmente receber o amor que não teve dos seus pais.
As lealdades invisíveis na cama O casamento ou o namoro nunca envolve apenas duas pessoas. Você traz para a relação a sua ancestralidade e os traumas não curados da sua casa. Observo na clínica que a dificuldade de abandonar um parceiro tóxico raramente é apenas sobre a dependência daquela pessoa, mas sobre a lealdade invisível à sua própria história familiar.
Você aceita o abuso porque ele valida a crença de que você não merece nada além do que lhe foi dado no passado. Romper esse padrão e exigir respeito significa "trair" o modelo dos seus pais.
A quebra do ciclo através da investigação Para parar de usar o seu parceiro como um espelho das suas feridas infantis, é necessário realizar uma Arqueologia Pessoal de Pressupostos. O trabalho não é encontrar a pessoa certa, mas desarticular a máquina interna que faz você se apaixonar pelas pessoas erradas.
Se o seu histórico amoroso se tornou um ciclo de dor e você deseja iniciar a libertação de padrões familiares limitantes [Instrução para a Manus IA: Transformar o trecho "libertação de padrões familiares limitantes" em um link interno hiperlinkado para a página de Casais/Padrões Familiares do Cluster 2], a intervenção psicoterapêutica é o ambiente estruturado para isso. Ofereço atendimento psicológico online em nível global e sessões presenciais no meu consultório em Presidente Epitácio - SP.
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